Quando faz sentido

  • A operação depende de sistemas todos os dias e ninguém internamente responde por eles.
  • O time técnico é uma pessoa só, e as férias dela param a evolução da empresa.
  • As demandas de tecnologia são constantes, mas não sustentam um time próprio.
  • A priorização técnica acabou na mão de quem não é da área.
  • Site, sistema e infraestrutura estão com fornecedores diferentes e ninguém enxerga o conjunto.

O que muda na operação

Como costuma estar

  • Gestão técnica no colo de quem não é técnicoUm sócio ou diretor acaba decidindo prioridade de backlog, avaliando estimativa e julgando risco de arquitetura. São decisões caras de errar e difíceis de reverter.
  • Toda a operação dependendo de uma pessoaUma pessoa sabe onde estão os acessos, como o sistema funciona e por que aquela regra existe. Enquanto ela está lá, funciona. Quando sai, a empresa descobre o tamanho do risco.
  • Fornecedores que não conversam entre siCada frente tem um responsável diferente e nenhum deles enxerga o todo. Quando algo quebra na fronteira entre eles, o problema fica sem dono.
  • Custo fixo para demanda que variaContratar em CLT trava um custo mensal permanente para uma demanda que oscila. Nos meses fracos sobra capacidade ociosa, nos meses fortes falta gente.

Como fica

  • Uma área de tecnologia sem precisar montar uma área de tecnologia
  • Continuidade que não depende da agenda de uma pessoa
  • Decisão técnica apresentada pronta para aprovação
  • Custo previsível, dimensionado por capacidade e não por vaga
  • Conhecimento registrado e recuperável a qualquer momento
  • Um interlocutor único para todas as frentes de tecnologia

Vamos entender sua operação

Contato

Como conduzimos

  1. Inventário antes de assumir

    Levantamos sistemas, acessos, integrações, contratos e riscos antes de qualquer alteração. Boa parte das pendências críticas aparece nessa etapa.

  2. Capacidade de engenharia dedicada

    Uma capacidade mensal definida, com profissionais que conhecem a operação. O time é nosso, a prioridade é sua.

  3. Gestão técnica e priorização

    Organizamos o backlog, traduzimos demanda de negócio em escopo técnico e apresentamos a decisão pronta para você aprovar, não para você resolver.

  4. Arquitetura e revisão

    Decisões estruturantes passam por avaliação de risco e revisão antes de virar código em produção.

  5. Documentação como entrega

    Sistemas, acessos, integrações e decisões ficam registrados. É o que garante que a empresa possa trocar de fornecedor sem perder a operação.

  6. Governança e acompanhamento

    Alinhamento semanal, relatório mensal e revisão trimestral de roadmap, riscos e desempenho do próprio serviço.

O que entra no escopo

  • Inventário de sistemas, acessos e integrações
  • Backlog priorizado e roadmap de tecnologia
  • Rotina de sustentação e resposta a incidentes
  • Padrões de arquitetura e revisão de código
  • Documentação técnica e operacional
  • Relatório mensal de entregas, riscos e indicadores
  • Interlocução técnica com os fornecedores atuais
  • Plano de continuidade e de transferência de conhecimento

Como isso se compara

As três formas mais comuns de resolver a mesma necessidade, lado a lado.

Como isso se compara
FreelancerContratação internaBacanieski Group
Quem faz a gestão técnicaVocêVocêA Bacanieski Group
DocumentaçãoRaramenteDepende da pessoaParte da entrega
Férias, saída ou afastamentoPara tudoPara tudoPrevisto em contrato
Arquitetura e revisão de códigoNão incluídaDepende da senioridadeIncluída
Responsabilidade pela qualidadeIndividualDa sua empresaInstitucional
Estrutura de custoVariável por demandaFixo, com encargosCapacidade mensal definida
Visão do conjuntoDo escopo contratadoDa própria funçãoDe toda a operação

Cliente relacionado

A Bacanieski Group entrou na LaimeCare em um momento muito importante, quando ainda estávamos estruturando nossos processos e nem nós mesmos tínhamos clareza de tudo o que precisávamos.

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Perguntas frequentes

Isso é alocação de desenvolvedor com outro nome?

Não. Na alocação, o profissional trabalha sob a sua supervisão e a gestão técnica continua sendo sua. Aqui a gestão, a metodologia, a revisão e a responsabilidade pela qualidade ficam conosco. Você aprova prioridade e resultado, não coordena o trabalho técnico.

Perdemos o controle sobre a nossa tecnologia?

O contrário. A priorização continua sendo sua, e passa a ser exercida sobre informação organizada. O código, a documentação e os acessos são da empresa, sempre.

E se quisermos montar um time interno mais para frente?

A documentação existe justamente para isso. Já fizemos transição para equipe própria e o material de handover faz parte do contrato desde o início, não é negociado na saída.

Vocês assumem os fornecedores que já temos?

Assumimos a interlocução técnica com eles quando faz sentido manter o contrato. Quando não faz, dizemos isso com o motivo técnico junto.

Qual o tamanho mínimo de empresa para esse modelo?

O corte não é de faturamento, é de dependência. Se a operação para quando um sistema para, já existe justificativa. Se a tecnologia ainda é periférica, provavelmente um projeto pontual resolve melhor.

Comece pelo problema, não pelo orçamento

Se a sua operação tem um gargalo claro ou apenas a sensação de que perde tempo em algum lugar, uma primeira conversa já ajuda a delimitar o que está em jogo.