08 · Serviços
Outsourcing e Gestão de TI
Contratar um desenvolvedor resolve uma demanda. Não resolve a ausência de uma área de tecnologia. Continua faltando quem decide a prioridade, quem documenta, quem revisa antes de subir para produção e quem responde quando o sistema para numa sexta à noite.
Quando faz sentido
- A operação depende de sistemas todos os dias e ninguém internamente responde por eles.
- O time técnico é uma pessoa só, e as férias dela param a evolução da empresa.
- As demandas de tecnologia são constantes, mas não sustentam um time próprio.
- A priorização técnica acabou na mão de quem não é da área.
- Site, sistema e infraestrutura estão com fornecedores diferentes e ninguém enxerga o conjunto.
O que muda na operação
Como costuma estar
- Gestão técnica no colo de quem não é técnicoUm sócio ou diretor acaba decidindo prioridade de backlog, avaliando estimativa e julgando risco de arquitetura. São decisões caras de errar e difíceis de reverter.
- Toda a operação dependendo de uma pessoaUma pessoa sabe onde estão os acessos, como o sistema funciona e por que aquela regra existe. Enquanto ela está lá, funciona. Quando sai, a empresa descobre o tamanho do risco.
- Fornecedores que não conversam entre siCada frente tem um responsável diferente e nenhum deles enxerga o todo. Quando algo quebra na fronteira entre eles, o problema fica sem dono.
- Custo fixo para demanda que variaContratar em CLT trava um custo mensal permanente para uma demanda que oscila. Nos meses fracos sobra capacidade ociosa, nos meses fortes falta gente.
Como fica
- Uma área de tecnologia sem precisar montar uma área de tecnologia
- Continuidade que não depende da agenda de uma pessoa
- Decisão técnica apresentada pronta para aprovação
- Custo previsível, dimensionado por capacidade e não por vaga
- Conhecimento registrado e recuperável a qualquer momento
- Um interlocutor único para todas as frentes de tecnologia
Vamos entender sua operação
ContatoComo conduzimos
Inventário antes de assumir
Levantamos sistemas, acessos, integrações, contratos e riscos antes de qualquer alteração. Boa parte das pendências críticas aparece nessa etapa.
Capacidade de engenharia dedicada
Uma capacidade mensal definida, com profissionais que conhecem a operação. O time é nosso, a prioridade é sua.
Gestão técnica e priorização
Organizamos o backlog, traduzimos demanda de negócio em escopo técnico e apresentamos a decisão pronta para você aprovar, não para você resolver.
Arquitetura e revisão
Decisões estruturantes passam por avaliação de risco e revisão antes de virar código em produção.
Documentação como entrega
Sistemas, acessos, integrações e decisões ficam registrados. É o que garante que a empresa possa trocar de fornecedor sem perder a operação.
Governança e acompanhamento
Alinhamento semanal, relatório mensal e revisão trimestral de roadmap, riscos e desempenho do próprio serviço.
O que entra no escopo
- Inventário de sistemas, acessos e integrações
- Backlog priorizado e roadmap de tecnologia
- Rotina de sustentação e resposta a incidentes
- Padrões de arquitetura e revisão de código
- Documentação técnica e operacional
- Relatório mensal de entregas, riscos e indicadores
- Interlocução técnica com os fornecedores atuais
- Plano de continuidade e de transferência de conhecimento
Como isso se compara
As três formas mais comuns de resolver a mesma necessidade, lado a lado.
| Freelancer | Contratação interna | Bacanieski Group | |
|---|---|---|---|
| Quem faz a gestão técnica | Você | Você | A Bacanieski Group |
| Documentação | Raramente | Depende da pessoa | Parte da entrega |
| Férias, saída ou afastamento | Para tudo | Para tudo | Previsto em contrato |
| Arquitetura e revisão de código | Não incluída | Depende da senioridade | Incluída |
| Responsabilidade pela qualidade | Individual | Da sua empresa | Institucional |
| Estrutura de custo | Variável por demanda | Fixo, com encargos | Capacidade mensal definida |
| Visão do conjunto | Do escopo contratado | Da própria função | De toda a operação |
Cliente relacionado
A Bacanieski Group entrou na LaimeCare em um momento muito importante, quando ainda estávamos estruturando nossos processos e nem nós mesmos tínhamos clareza de tudo o que precisávamos.
Perguntas frequentes
Isso é alocação de desenvolvedor com outro nome?
Não. Na alocação, o profissional trabalha sob a sua supervisão e a gestão técnica continua sendo sua. Aqui a gestão, a metodologia, a revisão e a responsabilidade pela qualidade ficam conosco. Você aprova prioridade e resultado, não coordena o trabalho técnico.
Perdemos o controle sobre a nossa tecnologia?
O contrário. A priorização continua sendo sua, e passa a ser exercida sobre informação organizada. O código, a documentação e os acessos são da empresa, sempre.
E se quisermos montar um time interno mais para frente?
A documentação existe justamente para isso. Já fizemos transição para equipe própria e o material de handover faz parte do contrato desde o início, não é negociado na saída.
Vocês assumem os fornecedores que já temos?
Assumimos a interlocução técnica com eles quando faz sentido manter o contrato. Quando não faz, dizemos isso com o motivo técnico junto.
Qual o tamanho mínimo de empresa para esse modelo?
O corte não é de faturamento, é de dependência. Se a operação para quando um sistema para, já existe justificativa. Se a tecnologia ainda é periférica, provavelmente um projeto pontual resolve melhor.
Outras capacidades
Comece pelo problema, não pelo orçamento
Se a sua operação tem um gargalo claro ou apenas a sensação de que perde tempo em algum lugar, uma primeira conversa já ajuda a delimitar o que está em jogo.